Expectativa de união nas festas de fim de ano
As divergências políticas entre membros da família não devem barrar os encontros de Natal para a maior parte dos brasileiros, conforme aponta uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest, divulgada neste sábado (20). De acordo com o levantamento, apenas 11% dos entrevistados afirmaram que algum familiar pode não comparecer às celebrações natalinas devido a questões políticas. Em contrapartida, 87% acreditam que as festividades seguirão normalmente, enquanto 2% não souberam opinar.
O estudo destaca que, independentemente das opiniões políticas, a expectativa é que a maioria das famílias se reúna no dia 25 de dezembro. Entre os eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 88% ressaltaram que as diferenças políticas não interferirão no encontro de Natal, com apenas 11% indicando que algum familiar pode faltar e 1% sem resposta.
No segmento de eleitores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), 87% também afirmaram que as confraternizações não serão afetadas por motivações políticas. Outros 11% disseram que a ausência pode acontecer, e 2% não souberam responder.
Entre aqueles que não votaram ou optaram por votos em branco ou nulo no segundo turno das eleições de 2022, 88% afirmaram que a política não será um empecilho para o encontro familiar no Natal, enquanto 10% indicaram que podem ocorrer faltas por esse motivo.
Além disso, o levantamento revelou que 76% da população não tem medo de que discussões políticas interfiram nas celebrações de Natal. Por outro lado, 11% manifestaram um leve temor e 10% relataram ter medo significativo de que o tema cause conflitos durante as festividades.
A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 11 e 14 de dezembro, com uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e um nível de confiança de 95%. Os dados indicam que, apesar das tensões políticas que marcaram o cenário brasileiro, a união familiar prevalece nas festividades de fim de ano.
