Prefeito de Penaforte Reitera Inocência em Operação
Na manhã desta terça-feira, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em diversas cidades, incluindo Penaforte, Juazeiro do Norte, Barro, Milagres, Porteiras e João Pessoa, na Paraíba. A ação, autorizada pelo Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), faz parte de uma investigação sigilosa da Procap e teve como alvo a sede da Prefeitura de Penaforte, empresas ligadas ao caso e imóveis residenciais de empresários e ex-servidores.
Durante a operação, dispositivos eletrônicos e documentos foram recolhidos para análise. A ação contou com o apoio de promotores do Departamento Técnico Operacional (DTO) da Polícia Civil, demonstrando a gravidade das suspeitas que envolvem as licitações em questão.
O atual prefeito de Penaforte, Luis de Celestina, do PSB, se manifestou por meio de nota nas redes sociais. Ele defendeu que as investigações do Ministério Público do Ceará (MPCE) não têm relação com sua administração, ressaltando que os contratos sob investigação são referentes aos anos de 2021 e 2022, quando o cargo era ocupado pelo ex-prefeito Dr. Rafael, do PT.
Em entrevista ao O POVO, Celestina reforçou a separação de sua gestão das ações investigadas, afirmando: “Não existe nenhum vínculo formal com empresas ou servidores investigados na Prefeitura”. A declaração visa esclarecer à população que a atual administração não está envolvida nas irregularidades apuradas.
O ex-prefeito, Rafael Ferreira, foi contatado pela equipe do O POVO para um posicionamento, mas não respondeu até o fechamento desta matéria. A nova atualização sobre o caso será divulgada assim que houver retorno.
Na nota oficial, o prefeito Luis de Celestina destacou que “toda a documentação solicitada pelas autoridades foi pronta e integralmente entregue”, enfatizando que a gestão está colaborando com as investigações de forma total. “Ressaltamos nosso compromisso com a transparência, a legalidade e o respeito às instituições”, declarou.
A comunicação também reiterou que a Prefeitura de Penaforte segue com suas atividades normais, mantendo o respeito à população e a confiança na Justiça, apesar da operação em andamento.
